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Azul Ímpeto

Desenho-me em frente ao espelho com uma simples grafite macia. Numa noite gélida já de madrugada ouço as estrelas, cultivando rosas. Avisto uma tempestade diante do espelho, estaria a sonhar já. O que vejo é o que não tem vez, o que vês, convence que, o que vejo é o que não me pertence.
No espelho da minha verdade descubro ilusões da minha idade. Viajo nessas ilusões e perco-me. Por mais estranho que se pareça nesse mundo perdido encontro a apaixonada verdade. Aquilo com que sonho já não são fantasias, meros sonhos e ou desejos. Nesta tempestade, perder-me ao relento e no vento fico completamente num habitat em paz e sereno. Perco os meus versos, sonhos, as palavras, o tempo e o espaço, … Aliás vivo no vão e não na ilusão.
Ao olhar no espelho já não vejo tempestade alguma, vejo que o meu mundo é o meu espelho. A beleza está nos olhos de quem vê, neste momento, vi uma gota de incertezas como amanhã pode ser uma porção de alegorias inesperadas. Sem dúvida que quando pinto é uma poção mágica a maldade está apenas nos nossos olhos.

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